Feeds:
Posts
Comments

Born To Be Wild

into-the-wild22

Se eu já relatei aqui a minha primeira decepção cinematográfica de 2009, volto agora para contar a minha primeira descoberta positiva do ano nessa categoria. Já há algum tempo eu estava a fim de alugar Na Natureza Selvagem (Into The Wild), mas só há dois dias realmente o fiz. A história é sobre Christopher McCandless, um cara jovem, recém formado na faculdade, que resolve largar sua vida relativamente “perfeita” (na visão da sociedade) para se aventurar em uma viagem de descobertas em direção ao Alaska. Para isso, Chris abandona todo seu dinheiro e conforto e parte apenas com seu carro e uma mochila em busca da vida que sempre sonhou em ter. Falando assim, a história nem parece tão interessante. Mas ela é. Mesmo.

Durante a jornada, Christopher deixa de lado qualquer raiz com sua família ou criação e para de dar notícias.  Além, também, de adotar o nome de Alexander Supertramp, se transformando, realmente, em outra pessoa. Até chegar em seu destino, “Alex” passa por diversos lugares e conhece várias pessoas que se fazem, ao longo dos dias, bastante importantes para tal experiência.

chris25Eu geralmente não tenho muita paciência para filmes muito longos. Se a história não é boa, sou capaz de parar de assistí-los mesmo faltando meia hora para acabarem. Mas com esse foi diferente. Na Natureza Selvagem tem quase 2 horas e meia de duração e eu nem senti o tempo passar. E a razão disso foi, provavelmente, pela história ser real. O Christopher do filme, interpretado por Emile Hirsch, realmente existiu, o que dá uma sensação bem diferente para quem está assistindo. Digo isso porque o protagonista, ao longo da história, passa por situações bastante inspiradoras, tanto no sentido de sua experiência, quanto no de sua vida (ou na vida de quem está alí, vendo o filme). Ele vive “sozinho” por alguns anos, tendo que se virar em meio a natureza para sobreviver e o ponto alto da história é quando ele acha um ônibus abandonado e faz deste sua “casa”. É lá que Christopher vive os dias mais intensos e emocionantes de sua viagem e de sua vida.

Depois que o filme acabou, ainda um pouco “em estado de choque”, eu resolvi pesquisar um pouco mais sobre a vida do Christopher, e achei alguns auto retratos que ele tirou durante sua jornada – fotos que, para quem acabou de assistir o filme, se tornam arrepiantes. As duas que você vê aqui (com exceção da primeira) são algumas das que achei nesse flickr. Vale lembrar que há também o livro sobre a mesma história, escrito por Jon Krakauer. Pra quem ainda não viu , super recomendo. É um filme que faz pensar.

chris13
Advertisements

seeufosse2_13Hoje, enquanto passeava no shopping, resolvi que veria um filme. Na minha lista mental, três levavam vantagem. Eram eles: Marley & Eu, O Curioso Caso de Benjamin Button, e Crepusculo. Cheguei lá no cinema suuuper animada (e sozinha) pra ver qual dos três começaria primeiro, já que queria um que começasse em poucos minutos. Foi aí que descobri que Crepusculo não está mais passando no Iguatemi, e as sessões dos outros começariam só dali duas horas. Ou seja, meu plano failed. Tá, acontece que a vontade de ver um filme era grande, e eu não sairia de lá sem cumprir tal desejo. Por isso, acabei entrando na primeira sessão que estava para começar. Era a de Se Eu Fosse Você 2. Bom, alguns comentários básicos e diretos sobre o tal filme:

  • Eu sei que a indústria cinematográfica brasileira sofre com alguns problemas, exigindo que os diretores procurem vários patrocinadores. Até aí tudo bem. Mas ficar ouvindo propaganda de produtos no meio do filme, não! Que raiva! Quase me levantei quando a personagem do ator Cassio Gabus Mendes falou para o Tony Ramos que no quarto ele tinha Sky com sei lá quantos canais e que dava para salvar a programação quando quisesse. PÔ!!
  • História boba e previsível. Eu assisti o primeiro Se Eu Fosse Você quando ele passou no Telecine, e afirmo com todas as letras que o segundo é mil vezes pior (não que o primeiro seja ruim, muito pelo contrário), mas mais parecia que eu estava assistindo um especial de final de ano da Globo no cinema, do que um filme de verdade.
  • Tony Ramos dá novamente um show fazendo papel “de mulher”. Essa é, inclusive, a única coisa engraçada do filme na minha opinião.
  • Adriane Galisteu. Tipo…HÃ? O que ela tava fazendo ali?
  • Certas coisas devem ser mantidas no primeiro.
  • A sala estava lotada e quase em nenhum momento houve gargalhadas do tipo “HAHAHA esse filme é maravilhosooo!”
  • O final é o mais babaca ever.

De 0 a 10, nota 4 (só porque fez meu tempo passar). Ou seja, se eu fosse você, não veria esse filme.

Passadas 3 semanas de 2009, eu finalmente encontrei meu primeiro “achado” musical do ano! O nome dele é Josh Kelley, é americano de Georgia e tem 29 aninhos. É bem capaz que você já tenho escutado alguma música dele em alguma trilha sonora de seriados ou de filmes, mas se não, don’t worry, o dia de ouvir chegou!

joshkelleycoverO jeito no qual o encontrei foi engraçado. Certa vez, enquanto “brincava” no Last.FM, lembro de ter escutado uma de suas músicas. E também lembro de ter gostado, identificado nela um dos ingredientes essenciais para me agradar, e, mesmo assim, a ignorado – provavelmente por preguiça mesmo. Pois bem, algumas semanas passadas, eis que me deparo com ela novamente enquanto dava umas “voltas” pela Itunes store, e logo de cara a reconheci. “Ok, vou ter que baixá-la”, pensei. Afinal, dois raios dificilmente caem no mesmo lugar. E se caem, é porque alguma coisa tem! E se tem, melhor descobrir o que é. E eu, de fato, descobri. Descobri como fui burra de não ter baixado aquela coisa linda logo no momento em que a ouvi pela primeira vez.

Josh tem uma voz incrível. Sabe aquela voz rouca, gostosa de ouvir? Pois então, essa mesmo! Fora que as melodias das músicas são super legais, com umas batidas às vezes agitada, às vezes calma, mas sempre boas e viciantes. Eu baixei dois CDs dele e, pra variar, gostei mais do primeiro. Eu não sei porque, mas eu tenho uma certa tendência a sempre gostar dos CDs antigos – portanto, não me leve como um bom exemplo. Enfim, baixei o ábum de 2005, “Almost Honest” e o mais recente, de 2008, “Special Company” (que você vê a capa logo acima). Os dois seguem o mesmo estilo, é claro. Ok, na verdade nem é tão claro, uma vez que entre os dois há uns bons três anos que os separam, ou seja, mostrou que o artista soube manter seu estilo e, o mais importante: a qualidade dele. Kelley já foi, inclusive, comparado a Maroon 5 e Rob Thomas (do Matchbox Twenty), e eu garanto que quem curte essas duas bandas, assim como eu, vai gostar dele também.

Ah, e pra quem ficou curioso em saber qual foi a música que me fez conhecê-lo, aqui está o vídeo. Ela se chama “Almost Honest”, e é do CD (que leva o mesmo nome) de 2005. Lindíssima!

obama_card

Acho que esse cartão diz tudo.

Tchau, Bush! beijosnãomeligajamais!

;-)

Eu nem contei aqui, mas há cerca de uns 10 dias, eu achei o Le-mode, um site gringo sobre moda, cultura e etc. Design bonito, posts legais, enfim, me interessei. No mesmo dia, então, mandei um e-mail para um dos editores do site, falando que eu tinha curtido bastante e queria participar de alguma forma. O cara pediu alguns textos meus em inglês para ver se eu tinha condições de escrever pra eles, eu mandei, nós tivemos algumas conversas via e-mail e, no dia seguinte, recebi a confirmação de que eu estava dentro do projeto. YEEY! Fiquei mega feliz, é claro, pois essa seria uma forma legal de desenferrujar praticar meu inglês. Desde então, já escrevi alguns posts pra eles, e tenho me divertido bastante com isso.

contrle-mode

Essa semana, por exemplo, fui gravar para o site um vídeo na rua Oscar Freire, já que essa é a rua mais famosa de São Paulo quando se trata de moda e glamour. Calorzão dos infernos, auge do aquecimento global, lá estava eu, andando pra lá e pra cá com a câmera na mão em plena manhã de terça-feira. Pra minha sorte, a rua não estava lotada como costuma estar nos finais de semana, então meu único problema no dia era, sem dúvida alguma, a temperatura e o solzão queimando minha cabeça. Fora isso, foi bem divertido. Curioso pra ver o vídeo? Bem, já vou avisando pra não criar muitas expectativas. Como a ideia era de “transportar” os leitores gringos para uma caminhada na rua, eu filmei enquanto andava mesmo, por isso ele está um tanto quanto “movimentado”, se é que me entende. Também tive que acelerá-lo um pouco para o “passeio” não ficar muito monótono. Enfim, assista com seus próprios olhos.

Yey!

ABC – COMUNICADO

reforma2

…ou pelo menos tenta.

Tenho lido esses dias sobre as novas regras e acho que seria interessante começar a colocá-las em prática. Por isso, a partir de agora ao escrever os posts, tentarei me basear nelas. É lógico que às vezes vão escapar uns errinhos aqui, outros alí, mas como é errando que se aprende, nada mais justo que começar a errar para então reaprender a língua portuguesa. legal, hãn?

– ô prof, manda uma dica aí pra galera!

professor

valeuuuu, pasqua!

A revista Galileu de janeiro traz uma matéria bem legal sobre dependência tecnológica. Eles propuseram a uma jornalista que ela ficasse 1 mês sem usar nenhum tipo de tecnologia para comunicação. Ou seja, com exceção do telefone fixo, ela não poderia entrar na internet e nem usar o celular. Ela, basicamente, iria reviver a época em que nada disso existia – e que, aliás, todo mundo sabia viver tranquilamente, sem ansiedade e dependência virtual e móvel. Difícil?

vicio_internet3Bom, eu acho. Imagine-se querendo falar com alguém e ter que esperar tal pessoa chegar em casa para achá-la. Ou então precisar de alguma informação e não ter um Google para ajudar. Nessas horas, é difícil até pensar como nossos antepassados faziam para viver – drama mode: on. A jornalista da matéria passou por maus bocados, é claro. O fato é que a sociedade já não sabe viver sem tecnologia – e, por isso, ela teve dificuldade até ao pedir informação por telefone, já que o atendente a sugeriu que entrasse no site da empresa para encontrar o que precisava. Ou seja, em dias em que se é possível entrar na Internet pelo celular ou levar um computador portátil para todos os lugares, não ter acesso a isso é basicamente não ter acesso a vida real. Porque, convenhamos, eu não estou exagerando. Quem não tem acesso a Internet hoje em dia fica desprovido de uma série de coisas relacionadas à educação, trabalho, diversão e etc.

Por outro lado, por mais que viver com um celular no bolso e acesso 24 horas à internet seja algo essencial atualmente, não dá pra negar que um pouco de vida offline faria bem a todo mundo.  Basta é tentar e rezar para não sofrer nenhum tipo de abstinência.