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Archive for the ‘Música’ Category

damien_rice

“Agora só falta o Damien Rice. E eu tenho certeza que ainda vou escrever aqui no blog sobre um show dele. Ahh, pode esperar!”

A frase acima eu escrevi em 10 de novembro de 2007, no meu antigo blog, quando contava sobre o show do Matt Costa, que tinha acabado de acontecer. Eu sempre fui fã do Damien, e assistí-lo ao vivo era algo que eu sempre sonhava, mas que achava um tanto impossível, levando em conta a fama dele no Brasil, que até então não era muita. Mas com uma ajudinha da Globo e suas trilhas de novela e do Seu Jorge e da Ana Carolina, com sua linda (ironia mode on) “É Isso Aí”, ele se tornou mais conhecido por aqui e fez o momento pelo qual eu mais esperava, real. Agora eu posso escrever que sim, eu fui no show do Damien Rice e ouvi aquela voz linda e perfeita ao vivo.

O grande momento aconteceu no dia 30 de janeiro, no Citibank Hall, em São Paulo. O público era bem dividido: muitos jovens com seus pais, alguns sozinhos e outros em grupos, o que provou minha tese de que o Damien não tem um público alvo certo, pelo menos não aqui no Brasil. Mas se você quer saber, isso fez do show um tanto divertido, porque era nítida a diferença de opiniões da platéia: enquanto alguns queriam cantar juntos, outros mandavam um belo “shhh!” porque queriam ouvir somente a voz do Damien, ou então reclamavam quando alguém pedia música. Mas tudo isso só mostra a qualidade e o talendo do cantor irlandês, que além de atrair públicos diferentes, ainda sabe lidar com eles. Ou alguém acha que o Damien reclamou em algum momento? Nadinha!

Alguns dias antes do show, quando os ingressos já haviam se esgotado, foi divulgado que o Damien viria sozinho, apenas com seu violão, sem banda. Ou seja, o som seria acústico. De primeira isso me desanimou. Estava ansiosa para ouvir o violino em Delicate, ou então a bateria em Volcano, mas lógico que nada me faria desistir de vê-lo ao vivo. Hoje, após o show, a única coisa que posso dizer é: Banda pra quê? Só aquela voz maravilhosa e o talento que ele tem no violão já bastam. E eu ficaria alí, ouvindo ele cantar, por mais uns 2 dias no mínimo, se fosse preciso.

E com vocês, alguns dos trechos mais bonitos do show, quando ele canta  The Blower’s Daughter e Delicate, respectivamente:

Depois dessa, só um pedido: Damien, volta!

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Passadas 3 semanas de 2009, eu finalmente encontrei meu primeiro “achado” musical do ano! O nome dele é Josh Kelley, é americano de Georgia e tem 29 aninhos. É bem capaz que você já tenho escutado alguma música dele em alguma trilha sonora de seriados ou de filmes, mas se não, don’t worry, o dia de ouvir chegou!

joshkelleycoverO jeito no qual o encontrei foi engraçado. Certa vez, enquanto “brincava” no Last.FM, lembro de ter escutado uma de suas músicas. E também lembro de ter gostado, identificado nela um dos ingredientes essenciais para me agradar, e, mesmo assim, a ignorado – provavelmente por preguiça mesmo. Pois bem, algumas semanas passadas, eis que me deparo com ela novamente enquanto dava umas “voltas” pela Itunes store, e logo de cara a reconheci. “Ok, vou ter que baixá-la”, pensei. Afinal, dois raios dificilmente caem no mesmo lugar. E se caem, é porque alguma coisa tem! E se tem, melhor descobrir o que é. E eu, de fato, descobri. Descobri como fui burra de não ter baixado aquela coisa linda logo no momento em que a ouvi pela primeira vez.

Josh tem uma voz incrível. Sabe aquela voz rouca, gostosa de ouvir? Pois então, essa mesmo! Fora que as melodias das músicas são super legais, com umas batidas às vezes agitada, às vezes calma, mas sempre boas e viciantes. Eu baixei dois CDs dele e, pra variar, gostei mais do primeiro. Eu não sei porque, mas eu tenho uma certa tendência a sempre gostar dos CDs antigos – portanto, não me leve como um bom exemplo. Enfim, baixei o ábum de 2005, “Almost Honest” e o mais recente, de 2008, “Special Company” (que você vê a capa logo acima). Os dois seguem o mesmo estilo, é claro. Ok, na verdade nem é tão claro, uma vez que entre os dois há uns bons três anos que os separam, ou seja, mostrou que o artista soube manter seu estilo e, o mais importante: a qualidade dele. Kelley já foi, inclusive, comparado a Maroon 5 e Rob Thomas (do Matchbox Twenty), e eu garanto que quem curte essas duas bandas, assim como eu, vai gostar dele também.

Ah, e pra quem ficou curioso em saber qual foi a música que me fez conhecê-lo, aqui está o vídeo. Ela se chama “Almost Honest”, e é do CD (que leva o mesmo nome) de 2005. Lindíssima!

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melhores

Se tem uma coisa que eu gosto no final do ano são as retrospectivas. E não estou falando daquela que passa na Globo, não. Gosto mesmo das retrospectivas pop. E é por isso que já virou lei comprar a última edição da Entertainment Weekly de todos os anos. O “Best & Worst” deles é o melhor. E foi lendo ele que me veio na cabeça a idéia de montar o MEU “melhores” do ano de 2008.  Ok, depois de algumas horas de profundas análises e escolhas, cheguei ao tão esperado resultado final, este que você confere logo abaixo.

 

Categoria FILME.

juno

O melhor filme de 2008 foi lançado em janeiro, deixando bem claro que não estava nem aí para seus possíveis concorrentes que viriam nos próximos 11 meses. Juno arrebentou logo de cara. E não foi somente por sua trama. A história da menina que engravida sem querer de seu melhor amigo não teria sido a mesma se não fosse pela trilha sonora sensacional e pela atuação dos dois protagonistas. Ellen Page e Michael Cera arrasaram na pele de Juno e Bleeker.

 

Categoria TV

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O que eu mais assisto da TV são as séries. E, bem, digamos que eu não assisto a elas exatamente na TV, se é que você me entende (torrent, eu te amo), mas mesmo assim, relevemos este fato e vamos fingir que nada aconteceu. Bom, falando em séries de TV, a que eu mais curti – nascida em 2008 -, foi 90210. Quem já leu todos os posts desse blog sabe bem do meu amor por Beverly Hills 90210 (ou, como é conhecida no Brasil, Barrados no Baile). Brandon e Brenda Walsh são super meus amigos de infância (adooro eles) e quando vieram com os boatos de uma nova série inspirada naquela que, embora quase da mesma idade que eu (a original é de 1990), a minha favorita, eu já fiquei animada. Ainda mais com a volta de Kelly Taylor e a participação da Brenda. 90210 rocks!

 

Categoria SHOW

mikaa

Bom, eu não fui a muitos shows esse ano. E nem foi preciso. O que importa é que eu estive presente no melhor, e não tenho dúvidas disso. Mika em Vancouver foi a coisa mais linda do mundo. O show aconteceu no dia 15 de fevereiro e foi um dos acontecimentos mais fantásticos do ano na minha vidinha. Pra quem quiser saber mais, escrevi sobre ele no meu antigo blog, basta clicar aqui. Ah, abaixo segue um trecho do show que eu encontrei no Youtube. É da hora em que ele canta Grace Kelly (e eu gritava e pulava feito louca). LINDO!

 

Categoria MÚSICA

patrickwatson

É impossível resumir esta categoria em apenas um vencedor. Sendo assim, resolvi abrir a privacidade do meu Itunes para o público em geral, hehe. Essas são as 5 músicas que mais tocaram no meu Ipod em 2008:

  1. Nothing Lasts Forever – Maroon 5

A história de como Jason Mraz entrou na minha vida eu já publiquei aqui (é só descer a tela um pouquinho e você vai achar). Sobre Patrick Watson, não neste blog. Eu escrevi sobre eles (sim, Patrick Watson é uma banda!) no meu antigo blog, e pra quem quiser ver o post, é só clicar aqui. Vale a pena conhecê-los, as músicas são maravilhosas. Eles foram, com certeza, meu achado musical deste ano.

E que venha o próximo!

FELIZ 2009!! :]

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damienrice

Juro que fico até emocionada em escrever o título desse post.  Todo mundo que me conhece sabe do amor que sinto pelas músicas do Damien Rice – pra quem não conhece, ele é o cantor de The Blower’s Daughter, do filme Closer. Já faz uns bons 3 ou 4 anos que sou louca-apaixonada por ele, e sonhava em vê-lo ao vivo. Pra felicidade geral (ok, para minha felicidade, hehe), esse dia está muuuito próximo de acontecer. HOJE EU COMPREI O INGRESSO PRA ESSE QUE SERÁ O MELHOR – junto com o do Mika, que eu fui em Vancouver – SHOW DA MINHA VIDA!

Mal posso esperar para ouvir o cantor de  Elephant, The Blowers Daughter, Delicate, Grey Room, Coconut Skins, Volcano e muitas outras lindas, cantando alí, pra mim.

 

30.01.09 – o dia!

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O melhor do natal

papainoel

O fato é: o Brasil não se encaixa em nenhum  aspecto natalino. Não temos neve, estamos no auge do verão, e, mesmo assim, comemoramos como se estivessemos em continente americano. Comemos comidas fartas, compramos cartões natalinos onde o desenho é de um boneco de neve, nos fantasiamos de Papai Noel com aquela roupa master quente e temos como referência a celebração “americana de ser”. Afinal, quem não pensa em alguma cena de filme natalino no Natal? (Esqueceram de Mim 1 e 2 são os melhores!). E é como um ex-professor meu já disse: o Natal brasileiro deveria ser à beira da praia, com uma bonita e farta ceia de açaí e frutas tropicais. Mas como não é, o jeito é continuarmos comemorando essa data tão querida pelas pessoas do jeito que já fazemos: seguindo o tradicional.

Além das trocas de presentes e reuniões familiares, o que eu acho mais legal no Natal são as músicas natalinas. Já virou tradição muitos artistas lançarem seus álbuns “for christmas”, e na Itunes Store o que mais tem vendido ultimamente são eles. Pois então, para compartilhar com quem também curte isso, ou pra quem não conhece nenhuma música pop de Natal, separei 8 das minhas prediletas. Porque mesmo eu sendo judia e não comemorando a data, eu adoooro o clima natalino!

8º.  Jingle Bells – Crazy Frog

7º.  Joy to The World – Mariah Carey

6º. Mistletoes – Colbie Caillot

5º. Winter Song – Sara Bareilles & Ingrid Michaelson

4º.  White Christmas – Katy Perry

3º. Someday at Christmas – Justin Bieber

2º. All I Want For Christmas Is You – Olivia Olson 

1º. Happy Christmas (War is Over) – John Lennon

 

Feliz Natal!

 

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Ok, o título é uma verdadeira mentira, mas vou confessar que depois de começar a assistir Grey’s Anatomy – o meu mais novo vício -, fico imaginando como seria a minha vida se eu fosse médica e trabalhasse num hospital como cirurgiã. E realmente não daria certo. O motivo? O mesmo para o meu “não” à medicina veterinária: não posso ver gente morrendo ou sofrendo que me dá deprê, então…

Fora isso, a verdade é que ter conhecido Grey’s Anatomy poucas semanas antes do vestibular foi uma grande cagad*! “Como assim eu nunca tinha me interessado pela série antes??” E o melhor: sua trilha sonora é coisa de outro mundo, sério! Quer me agradar? Então cite, coloque, goste das músicas que eu gosto. Se você se encaixa em alguma dessas opções, parabéns. Você tem grandes chances de se tornar meu melhor amigo de infância. E foi isso que aconteceu com A Anatomia de Grey (séries dubladas pelo SBT são o máximo!), que já virou a minha série predileta de todos os tempos.

greys_main3E tudo aconteceu de forma inesperada. De segunda à sexta, às 11 da manhã, passa Beverly Hills 90210 na Sony. Depois, é a vez de Grey’s Anatomy, porém, com um detalhe: dublado. Só esse fato já me desanima total em assistir, mas como a preguiça sempre fala mais alto, eu acabava deixando a TV ligada na Sony e, por tabela, ouvia os diálogos dos médicos. E, é claro, as músicas que tocam nos episódios. O ponto alto foi quando tocou The Great Escape, música de uma banda canadense chamada Patrick Watson. COMO ASSIM?? Tocou Patrick Watson?? FIQUEI LOUCA. Sabe quando você acha que é a única pessoa que gosta e conhece uma banda e percebe que não é? Foi exatamente isso que aconteceu. Mas como eu não sou daquelas pessoas que insistem no desejo de serem os únicos que gostam de algo só para se sentirem diferentes, eu A-D-O-R-E-I ouvir a tal música na TV. Depois dessa, Grey’s Anatomy já tinha conseguido metade da minha atenção. A outra metade só viria no dia seguinte, quando tocou, nada mais nada menos que Damien Rice. DAMIEN RICE!! O cantor que eu amo já há uns 3 anos e sonho em ouvir ao vivo. Pronto, já era o suficiente. Se eles queriam me provar algo com esse seriado, conseguiram. Sem ao menos saber a história ou do que se trata, ela já era uma das minhas séries favoritas, com certeza.

Depois disso, foi só baixar os episódios na internet pra eu ter certeza: A rotina e a vida dos médicos do Seattle Grace Hospital é demais. E os atores também. APAIXONEI. E se eu não passar no vestibular, a culpa é toda deles.

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jason

Eu lembro do dia como se fosse hoje. Eu tinha recém descoberto o Last FM, e ainda tentava entender o site quando uma música começou a tocar e me fez paralisar por alguns instantes. Ok, devo confessar que eu adoro quando isso acontece. Era You and I Both, do Jason Mraz. Foi só a música acabar para eu abrir o Lime Wire, baixá-la e escuta-la incansavelmente por dias, semanas, meses…e enfim, deu pra pegar a idéia, né?

Pois bem, esse foi o dia em que tive meu primeiro contato com esse cantor americano de 31 anos (mas que parece ter, no máximo, uns 25). Depois de um tempo, resolvi conhecer mais o trabalho dele, e então baixei I’m Yours e Life is Wonderful – que também são boas, mas não conseguiram me pegar de jeito como You and I Both conseguiu. Tá, o tempo passou e…

20 de maio de 2008. Estava eu na Future Shop, meeega loja de aparelhos eletrônicos, CDs e DVDs de Vancouver, quando me deparo, na fileira dos lançamentos, com um encarte branquinho e nele o desenho de um homem. Cheguei mais perto, o peguei na mão, e vi que o nome do cantor não me era estranho: “Pow, é o cara daquela música!”, pensei. Depois de alguns segundos de reflexão, e levando em consideração o preço (14 dólares), resolvi levá-lo. Na hora de pagar, entreguei meu cartão pensando, com uma certa dor no coração, no que estava fazendo. Mas foi só colocar o CD pra tocar pela primeira vez que qualquer tipo de arrependimento foi pro espaço. “We Sing, We Dance, We Steal Things” é bom pra caramba. E eu explico porque.

O terceiro trabalho do cantor é daquele tipo que pode ser escutado independente do seu humor: se você está deprê, dentre as 12 faixas, encontrará algumas perfeitas para pensar e se afogar nas mágoas (destaque para Details In The Fabric, com a participação de outro cantor que eu a-d-o-r-o, que é o inglês James Morrison), e, se você está num dia perfeito, com aquela super vontade de gritar para o mundo que você é a pessoa mais feliz do mundo, I’m Yours e Butterfly são as mais indicadas. E melhor ainda se puder ouví-las com fones de ouvido, no volume mais alto possível. Demais!

I’m Yours, aliás, não é uma música nova, você provavelmente já a ouviu em algum lugar, ou percebeu que ela estava no nick de alguém no MSN. Enfim, mesmo já sendo conhecida por algumas pessoas, só agora ela aparece em um CD oficial do Mr. Mraz, e tem TUDO para ser a música que vai fazer o cantor estourar aqui no Brasil, assim como está estourando lá fora. O clipe tocava direto nos canais de música lá em Vancouver.

Agora, sem dúvida nenhuma, a música que mais me chamou atenção e que está substituindo “You and a I Both” no quesito repeat 100 vezes é Lucky, que conta com participação de Colbie Caillat, a cantora que ficou conhecida pela música Bubbly (e esteve no Brasil há pouco tempo). Sabe aquela música fofa, que tem um ritmo perfeito para ser ouvido em qualquer lugar, independente da situação…? Pois então, é essa. O começo já é a coisa mais linda. Jason e Colbie têm uma super sintonia, então ficou perfeito. É engraçado que muita gente quando escuta a música pela primeira vez pensa que ela é um daqueles clássicos, estilo Frank Sinatra e Ella Fitzgerald. Talvez pelo fato de ela ter aquela troca do tipo “você começa e eu termino”, sabe? Linda, linda, linda!

Lógico que como qualquer álbum, “We Sing…” também não consegue agradar em todas as faixas. Eu, por exemplo, não curti Only Human e Make It Mine. Acho as duas super dispensáveis. Sei lá, não bateu com a sintonia das outras músicas, enfim…não curti. Mas o que são duas faixas dentre um CD com 12, certo?

Recomendo “We Sing, We Dance, We Steal Things” sem dúvida alguma. E que Jason fique famoso por aqui – e apareça logo no Brasil!

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