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Archive for the ‘Cinema/Filmes’ Category

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Além de ser proibido o uso de celulares e pagers (??) nas salas de cinema, devia existir uma lei que vetasse as pessoas de conversarem enquanto assistem o filme. Sério, não existe coisa mais irritante do que no meio da sessão, ouvir gente comentando, sofrendo ou conversando sobre a cena. Digo isso porque ontem, sábado, fui assistir Milk, e passei por uma situação dessas…

Desde o início o filme está sendo muito bem falado, mas depois do Oscar ganho por Sean Penn, é claro que a procura por ele deve ter aumentado bastante. Sendo assim, a sala estava lotadéérrima, e eu e minha amiga tivemos que sentar separadas (ela sentou na fileira da frente). Consequentemente, sentei ao lado de pessoas desconhecidas: do lado esquerdo, um homem, que estava com sua mulher. Do lado direito, uma senhora de mais ou menos 55 anos, que estava junto com sua amiga de mesma idade. Adivinha quem foi o meu problema? Ela, é claro. A mulher passou o filme inteiro conversando sobre os atores (“Olhaa! esse rapaz fez Na Natureza Selvagem!!”), sobre os discursos da personagem principal (“Gente, como o Milk é inteligente! Olha as coisas que ele fala!”), e o pior, sofrendo pelas cenas: “Aii, será que é agora que ele morre? Ai meu Deus, nãão!!”

Por ela ser mais de idade, eu fiquei meio assim de reclamar ou mesmo de soltar um “shhh!!”, até porque, ela estava do meu lado, então seria uma situação meio constrangedora. O máximo que eu fazia era olhar pra ela e fazer uns “tsc!”, mas ela era tão cara de pau, que nem se tocava – ou pelo menos se fazia de que não.

Quando o filme acabou e minha amiga perguntou se eu havia gostado, estava no auge da minha fúria, e tive que ser grossa. Apontei para a duas mulheres, e soltei: “O filme é muito bom, mas teria sido melhor sem os comentários durante toda a sessão. Essas chatas conversaram o filme todo!” Nem sei se elas ouviram ou não. Espero que sim. Quer conversar durante o filme? Então vá a locadora, e não ao cinema! grr! 

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Se eu já relatei aqui a minha primeira decepção cinematográfica de 2009, volto agora para contar a minha primeira descoberta positiva do ano nessa categoria. Já há algum tempo eu estava a fim de alugar Na Natureza Selvagem (Into The Wild), mas só há dois dias realmente o fiz. A história é sobre Christopher McCandless, um cara jovem, recém formado na faculdade, que resolve largar sua vida relativamente “perfeita” (na visão da sociedade) para se aventurar em uma viagem de descobertas em direção ao Alaska. Para isso, Chris abandona todo seu dinheiro e conforto e parte apenas com seu carro e uma mochila em busca da vida que sempre sonhou em ter. Falando assim, a história nem parece tão interessante. Mas ela é. Mesmo.

Durante a jornada, Christopher deixa de lado qualquer raiz com sua família ou criação e para de dar notícias.  Além, também, de adotar o nome de Alexander Supertramp, se transformando, realmente, em outra pessoa. Até chegar em seu destino, “Alex” passa por diversos lugares e conhece várias pessoas que se fazem, ao longo dos dias, bastante importantes para tal experiência.

chris25Eu geralmente não tenho muita paciência para filmes muito longos. Se a história não é boa, sou capaz de parar de assistí-los mesmo faltando meia hora para acabarem. Mas com esse foi diferente. Na Natureza Selvagem tem quase 2 horas e meia de duração e eu nem senti o tempo passar. E a razão disso foi, provavelmente, pela história ser real. O Christopher do filme, interpretado por Emile Hirsch, realmente existiu, o que dá uma sensação bem diferente para quem está assistindo. Digo isso porque o protagonista, ao longo da história, passa por situações bastante inspiradoras, tanto no sentido de sua experiência, quanto no de sua vida (ou na vida de quem está alí, vendo o filme). Ele vive “sozinho” por alguns anos, tendo que se virar em meio a natureza para sobreviver e o ponto alto da história é quando ele acha um ônibus abandonado e faz deste sua “casa”. É lá que Christopher vive os dias mais intensos e emocionantes de sua viagem e de sua vida.

Depois que o filme acabou, ainda um pouco “em estado de choque”, eu resolvi pesquisar um pouco mais sobre a vida do Christopher, e achei alguns auto retratos que ele tirou durante sua jornada – fotos que, para quem acabou de assistir o filme, se tornam arrepiantes. As duas que você vê aqui (com exceção da primeira) são algumas das que achei nesse flickr. Vale lembrar que há também o livro sobre a mesma história, escrito por Jon Krakauer. Pra quem ainda não viu , super recomendo. É um filme que faz pensar.

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seeufosse2_13Hoje, enquanto passeava no shopping, resolvi que veria um filme. Na minha lista mental, três levavam vantagem. Eram eles: Marley & Eu, O Curioso Caso de Benjamin Button, e Crepusculo. Cheguei lá no cinema suuuper animada (e sozinha) pra ver qual dos três começaria primeiro, já que queria um que começasse em poucos minutos. Foi aí que descobri que Crepusculo não está mais passando no Iguatemi, e as sessões dos outros começariam só dali duas horas. Ou seja, meu plano failed. Tá, acontece que a vontade de ver um filme era grande, e eu não sairia de lá sem cumprir tal desejo. Por isso, acabei entrando na primeira sessão que estava para começar. Era a de Se Eu Fosse Você 2. Bom, alguns comentários básicos e diretos sobre o tal filme:

  • Eu sei que a indústria cinematográfica brasileira sofre com alguns problemas, exigindo que os diretores procurem vários patrocinadores. Até aí tudo bem. Mas ficar ouvindo propaganda de produtos no meio do filme, não! Que raiva! Quase me levantei quando a personagem do ator Cassio Gabus Mendes falou para o Tony Ramos que no quarto ele tinha Sky com sei lá quantos canais e que dava para salvar a programação quando quisesse. PÔ!!
  • História boba e previsível. Eu assisti o primeiro Se Eu Fosse Você quando ele passou no Telecine, e afirmo com todas as letras que o segundo é mil vezes pior (não que o primeiro seja ruim, muito pelo contrário), mas mais parecia que eu estava assistindo um especial de final de ano da Globo no cinema, do que um filme de verdade.
  • Tony Ramos dá novamente um show fazendo papel “de mulher”. Essa é, inclusive, a única coisa engraçada do filme na minha opinião.
  • Adriane Galisteu. Tipo…HÃ? O que ela tava fazendo ali?
  • Certas coisas devem ser mantidas no primeiro.
  • A sala estava lotada e quase em nenhum momento houve gargalhadas do tipo “HAHAHA esse filme é maravilhosooo!”
  • O final é o mais babaca ever.

De 0 a 10, nota 4 (só porque fez meu tempo passar). Ou seja, se eu fosse você, não veria esse filme.

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melhores

Se tem uma coisa que eu gosto no final do ano são as retrospectivas. E não estou falando daquela que passa na Globo, não. Gosto mesmo das retrospectivas pop. E é por isso que já virou lei comprar a última edição da Entertainment Weekly de todos os anos. O “Best & Worst” deles é o melhor. E foi lendo ele que me veio na cabeça a idéia de montar o MEU “melhores” do ano de 2008.  Ok, depois de algumas horas de profundas análises e escolhas, cheguei ao tão esperado resultado final, este que você confere logo abaixo.

 

Categoria FILME.

juno

O melhor filme de 2008 foi lançado em janeiro, deixando bem claro que não estava nem aí para seus possíveis concorrentes que viriam nos próximos 11 meses. Juno arrebentou logo de cara. E não foi somente por sua trama. A história da menina que engravida sem querer de seu melhor amigo não teria sido a mesma se não fosse pela trilha sonora sensacional e pela atuação dos dois protagonistas. Ellen Page e Michael Cera arrasaram na pele de Juno e Bleeker.

 

Categoria TV

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O que eu mais assisto da TV são as séries. E, bem, digamos que eu não assisto a elas exatamente na TV, se é que você me entende (torrent, eu te amo), mas mesmo assim, relevemos este fato e vamos fingir que nada aconteceu. Bom, falando em séries de TV, a que eu mais curti – nascida em 2008 -, foi 90210. Quem já leu todos os posts desse blog sabe bem do meu amor por Beverly Hills 90210 (ou, como é conhecida no Brasil, Barrados no Baile). Brandon e Brenda Walsh são super meus amigos de infância (adooro eles) e quando vieram com os boatos de uma nova série inspirada naquela que, embora quase da mesma idade que eu (a original é de 1990), a minha favorita, eu já fiquei animada. Ainda mais com a volta de Kelly Taylor e a participação da Brenda. 90210 rocks!

 

Categoria SHOW

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Bom, eu não fui a muitos shows esse ano. E nem foi preciso. O que importa é que eu estive presente no melhor, e não tenho dúvidas disso. Mika em Vancouver foi a coisa mais linda do mundo. O show aconteceu no dia 15 de fevereiro e foi um dos acontecimentos mais fantásticos do ano na minha vidinha. Pra quem quiser saber mais, escrevi sobre ele no meu antigo blog, basta clicar aqui. Ah, abaixo segue um trecho do show que eu encontrei no Youtube. É da hora em que ele canta Grace Kelly (e eu gritava e pulava feito louca). LINDO!

 

Categoria MÚSICA

patrickwatson

É impossível resumir esta categoria em apenas um vencedor. Sendo assim, resolvi abrir a privacidade do meu Itunes para o público em geral, hehe. Essas são as 5 músicas que mais tocaram no meu Ipod em 2008:

  1. Nothing Lasts Forever – Maroon 5

A história de como Jason Mraz entrou na minha vida eu já publiquei aqui (é só descer a tela um pouquinho e você vai achar). Sobre Patrick Watson, não neste blog. Eu escrevi sobre eles (sim, Patrick Watson é uma banda!) no meu antigo blog, e pra quem quiser ver o post, é só clicar aqui. Vale a pena conhecê-los, as músicas são maravilhosas. Eles foram, com certeza, meu achado musical deste ano.

E que venha o próximo!

FELIZ 2009!! :]

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1-Sht Temp (Paramount).1Existem inúmeros filmes americanos voltados ao público jovem. E em todos eles, os personagens e o contexto são basicamente iguais: a menina popular e suas amigas submissas, a garota estranha que curte coisas diferentes, o nerd que não pára de jogar video-game, os meninos populares e esportistas, as intrigas para chamar a atenção, e, no fim da história, a noite pela qual todos esperavam: o grande e famoso baile da escola. É, tendo isso como base, parece até perda de tempo continuar assistindo filmes como esses, afinal, sabemos que é tudo ficção, e nunca nos surpreendemos no final. Mas eis que hoje assisti a um que tem tudo isso que eu já citei aqui, porém com um pequeno detalhe: a história é real.

Lembro que me interessei por “American Teen” logo na primeira vez que vi o trailer. Estava ainda em Vancouver, e a previsão de estréia era de julho, ou seja, não estaria mais em terras canadenses. Imaginei que o filme chegaria ao Brasil, mas ao que tudo indica, me enganei. Já tinha até esquecido dele, até que ontem, enquanto navegava pela loja do Itunes, encontrei o álbum com a trilha sonora do documentário, e lembrei na hora. Não deu nem cinco minutos e eu já estava baixando-o via torrent. Algumas horas se passaram e ele já estava prontinho na pasta “movies”, só esperando que eu apertasse o play – o que eu só fiz hoje, mas devia ter feito ontem,  já que o documentário é realmente sensacional!

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Como qualquer jovem prestes a se formar na escola, os cinco adolescentes que protagonizam a história estão no auge das preocupações em relação ao futuro, faculdade e independência. E o legal de “American Teen” é que o documentário mostra essas situações pela perspectiva de adolescentes totalmente diferentes uns dos outros. Ou seja, pela visão daqueles famosos e típicos esteriótipos que já conhecemos: a popular, o esportista, o bonitão, a estranha e o nerd.

Aqui está o trailer. Eu não sei se tem previsão de estréia no Brasil, mas tenho certeza que quem puder baixar o documentário (não fazendo apologias à pirataria..haha) vai curtir bastante!

 

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Vicky Cristina Barcelona

Duas amigas americanas viajam juntas para Barcelona, na Espanha, para passar o verão. O objetivo de uma, é mudar os ares. O de outra, estudar a cultura catalã para seu mestrado. E com uma história assim, parecendo meio banal, começa “Vicky Cristina Barcelona“. Porém, com um detalhe: o filme é de Woody Allen, ou seja, nem que ele tentasse, conseguiria fazer um “besteirol americano”. Afinal, só ó fato de ter seu nome nos créditos, já faz toda a diferença.

Vicky Cristina Barcelona é o típico filme em que você passa a sessão inteira pensando “mas que loucura!”. E é uma loucura boa, que faz rir pra caramba. Scarlett Johansson e Penélope Cruz arrasam no filme. Principalmente a morena, que faz uma bela atuação interpretando uma mulher um tanto quanto insana.

Veja o trailer aqui.

Vale a pena assistir!

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E daí que eu tava sem nada pra fazer e, durante uma “surfada” na web, achei em algum site um teste com o título “Que bom filme é você?” Não sou muito fã desses testes mas, veja bem, como eu já citei, estava sem nada pra fazer, e resolvi então descobrir que “bom filme eu sou”. Eis o resultado:


Você é “O Fabuloso Destino de Amelie Poulain” de Jean Pierre Jeunet. Você é engraçado(a), original. Uma pessoa leve e maravilhosa de se conviver.

Ah! Nada contra o resultado, curto bastante esse filme, mas…A Amelie não é meio louca, não?

“tá me tirando, mano?”

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